A cobaia e a bomba-relógio

A ciência revela sua visão mercantilista e predatória quando divulga que foi encontrada uma molécula que “combate doze das dezesseis variedades” dos vírus influenza.
É a mesmíssima bobagem institucionalizada de desmatar a floresta e executar a carnificina do plantation, esgarçando e inutilizando o próprio solo.
É isto que irá fazer essa molécula. Ela desertificará o sistema imunológico, que se tornará parvo e desmobilizado. Mas a indústria que produz ‘ciência’ irá buscar a molécula que dará conta de imunizar a população das novas variantes do influenza, cada vez mais fortes e genocidas? Pode soar catastrofismo, mas a longo prazo é isso mesmo que enfrentarão os nossos netos e bisnetos, se até lá um cataclisma absurdo não dizimar a humanidade. Que está meramente de passagem, lembremo-nos sempre.

A lógica que está regendo a macro política econômica é uma bomba-relógio, e por mais que a cada dia mais gente importante e gabaritada se dê conta, continuará sendo uma bomba-relógio.
Se já temos pouquíssimo tempo para desarmá-la, desarmar se torna mais difícil na medida em que deixamos passar esse tempo.

Mas voltando à saúde pública, quando nasce um filho da favela em Piratininga, para que não haja óbito, é dado um coquetel absurdo de “medicamentos” e vacinas, inclusive substâncias para expandir o pulmão. Isso quando é dado. Aliás, setenta porcento das mortes seriam evitadas se esse devastador procedimento fosse tomado. O que torna o quadro da saúde pública ainda mais tenebroso.
O Brasil, na “indústria da maternidade”, funciona para o mundo como um laboratório. Aqui são testadas vacinas como a do rotavírus, para que se obtenha algum resultado. Nosso povo é usado de cobaia para a “indústria da saúde” mundial.
E como nosso povo é de fato dado a, por exemplo, queimar lixo na rua, se os bebês e as crianças são desde cedo fragilizados nesse sentido, inclusive pela má educação e má alimentação, temos um quadro drástico de saúde pública. Por muito tempo o Brasil se gabou de ter o “melhor coquetel” para AIDS, e de fato poderia se gabar, mas não poderia jamais esquecer que continua sendo cobaia da indústria.

Publicado em: on 2 Março, 2009 at 5:53 am Deixe um comentário
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Mudernidade

Um estudo do Ministério da Saúde dá conta de nos dizer que o “homem moderno” cuida da saúde como o financista cuida do dinheiro dos outros.
Assim, os casos de morte pela conjunção de fatores como tabagismo, sedentarismo, alimentação errada/péssima, são maiores que os casos de qualquer doença gravíssima.

Isto tem tudo a ver com a “modernidade” que preza o técnico ao invés da formação humana.

E tem tudo a ver com a idéia tosca de se importar pneu usado da Europa.
Sim, pode parecer absurdo, mas há projeto tramitando neste sentido, na Câmara e no Senado.
Você compraria sacos de lixo cheios de lixo de seu vizinho?
Pois é isso que pretendem as “nobres” “excelências”. Colocaremos pneus velhos para serem recauchutados, sob o argumento de que o consumidor de ponta “gastaria menos”.
Sim, e mais acidentes ocorreriam pela falta de controle dos veículos.
Os lençóis freáticos se contaminariam.
A saúde se deterioraria, pois borracha demora, em relação a uma vida humana, um pouco mais que uma eternidade para ser processada no ambiente. Fora que a mentalidade de nosso povo reza que lixo deve ser queimado. Aí já viu.

Junta o homem “moderno” com o “estúpido”, dá nisso.

Publicado em: on 12 Novembro, 2008 at 5:37 am Comentários (1)
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