“A imprensa é irmã siamesa do legislativo”, disse o temeroso deputado que chia, agora, com a exposição das lambanças folgadíssimas dessa gente que se locupleta com nosso sangue e suor.
“Legislativo forte é imprensa forte”, brada esse mesmo temeros, seguindo a toada, um representante de um legislativo caquético, fraquíssimo, sanguessuga. Que sobrevive sobre falcaturas.
E para tentar se redimir de tanta baboseira dita, e de tanta falcatrua feita, “a imprensa faz campanha contra os deputados!”, diz o temeroso.
A imprensa até cria factóides demais, mas não pode criar factóide sobre um vazio. Algo há, sempre, que apoia um factóide.
Mas daí vem uma comandanta, que o desespero çapóide usa para tentar cacifar-se como projeto político duradouro, e usa a frase “o olho do dono engorda o boi” para arrotar que o empaque está gordinho.
Ora, o que está em jogo na frase é a interpretação do dono; ele conta vantagem. Se olhar engordasse de fato, fizesse a plantação crescer e nenê se curar de alguma mazela, a humanidade seria perfeita, dona comandanta dilma.
Mas nem o empaque corresponde à realidade, e nem o olhar faz a interpretação ser realidade.
E ficamos com essa doença das falácias neste país. Como se fosse a cura…