“Pecado fraternal”

O título explica-se na desculpa de um funcionário público, gabaritado, servidor do çenado tupiniquim. Ele estranhamente tinha uma casa em valor altíssimo, junto com o irmão, enfim. O título é bom. Por isso foi escolhido…
Afinal, é bem Brasil: estelionato, graves picaretagens oficiosas, morte da ética, morte da política, e o cara vem falar em “pecado fraternal”…

Enquanto nuncaçabe era multado por fechar as creches, logo ele que vai em breve descumprir promessa eleitoreira de não aumentar a passagem de ônibus, encalheiros e o bigodudo voltavam, paulatinamente, ao comando do… çenado.

Não há como saber o que é pior.
Se é a “aliança espúria” (título cunhado por merdacante) do encalheiros, do narigudo cheirador e do bigodudo, para alavancar sórdida parte de uma turma de sanguessugas através da gerência do empaque de vossa comandanta, ou se o chorinho de merdacante, que só diz isso na hora que em que a cobra o picou. Aliás, ele ajudou a cobra a sobreviver, achando que ela poderia lhe servir para alguma coisa… Cobras não cotumam servir a alguma coisa, çenador. Você mais do que ninguém conhece essa tal de “aliança espúria”…
Os dois casos são de derrota para o povo, já chafurdado em excrementíssima pulititica.
Encalheiros volta sobre aquele que um dia colocou na presidência, quando ainda iniciava-se nos rudimentos da nojeira. O cheirador está lá, na comissão de estratégia, a mando do covil, mas esperando a hora de um bote, daqueles bem arrogantes.
Por trás disso, o bigodudo com as mãos nos ombros do çapo.
Que finge positividade para a comandanta, que agora sofrerá uma companhia mais que golpista. Uma cobrinha no calcanhar da comandanta…
“Pecado fraternal” do próprio çapo…

Até porque a comandanta resolveu arbitrar que o pacote da habitação estará sendo diretamente “executado” pelo governo federal, ou seja, por ela e seu gerente cheirador, sem que passe por governos federais e/ou municipais. Muitíssimo fraternal, portanto.

Panis et Circensis

Político não sabe o que é futebol. Pelko menos não o prefeito de Presidente Prudente, que diz esperar que “esse pessoal venha com espírito de paz”, se referindo às torcidas de Corinthians e Parmera, e mais especificamente, o pessoal que saiu da capital em direção à essa longinqüa cidade.
Ora, isto é auto-explicativo quando quisermos concluir que tal sujeito não tem noção do que seja um clássico Corinthians e Parmera.
“Espírito de paz” vem a ser o que?
A única coisa que conheço de paz entre essas duas torcidas é um não falar com outro, quando são amigos ou familiares, durante toda a semana que antecede e a que sucede o clássico; mas isso nem de longe impediria qualquer bate boca ou arranca rabo.

Mas infeliz mesmo é o çapo, que disse, a respeito da estréia em 27 minutos do Gordo Fenômeno, “mais umas três horas de jogo e ele teria marcado”.
Ora, ele não aguentaria mais dez minutos. E mais: A QUALQUER MOMENTO ele poderia, como pode, fazer um ou mais gols.
Compreende a diferença, çapo? Ou você só sabe pensar em “espúrias alianças”?…

Justiça seja feita, ninguém consegue falar bobagens a toda hora.
Esse çapo diz também que azelitezinha se preocupa (a ponto de reclamar dela, obviamente) mais com a melhoria de vida dos pobres que com a latente e vista miséria deles.
E isso é fato; e é típico comportamento de demoníacos tucanocratas.

Arena de golpismos

Algo foi esquecido, quase não foi notado e foi, ao mesmo tempo , “democraticamente” retirado da pauta. E é coisa que serve ao vampiro e ao çapismo.

O vampiro jogou Piratininga na Arena.

Tal qual aquele clubinho do porfírio fez, os demos irão agora explorar uma falsa imagem.

Aliás, usar apenas “falsa” para descrever a imagem que estão a criar é deixá-la sem contornos. Porque ela parece assim, imbecilizada, e ao povo chega até a ser “gostoso de olhar”.

Trata-se dos bonecões nuncaçabões. Quem teve a desagradável e quase diária visão de um, entende o quanto aquilo é complexo de sentidos; evidentemente leva a lugar nenhum, a não ser à visível alienação, arrogantismos e vampirização da alma que está quase perdida.

Mas o fato que não foi martelado, como foi o “relaxa e goza” e o “toc toc toc”, e mais dúzias de ofensas ainda piores e mais fortes (sob o olhar perigosamente lascivo) que o “é casado?” e o “tem filhos?”.

Aos olhos do povo emburrecido isso soa como uma vingança àquela perua rica. O bonecão vem como complemento, e na verdade é o que a arena – ops!, os demos, conseguem criar.

Um boneco oco. Esta é a grande obrada do vampiro em sua carreira política. Ressuscitou o demo.

O çapismo, por sua vez, irá se aproveitar disso. Nunca se sabe o que este boneco pode apronta, mesmo que pareça uma bonequinha conformada. Na verdade, a barbie não era a perua, mas esse bonecão, que é um alienado no strictu sensu do alienatu.

A perua teria sido muito melhor para Piratininga, como já foi. Mas para quem sobe a Avenida Rebouças de ônibus, e não de carro, evidentemente. O bonecão serviu de desvio de foco para quem usa o bilhete único.

Ela foi derrotada, mas tal qual um rabo de lagartixa, nasce outro no çapismo. Isso não interferirá, muito pelo contrário, e o çapo já até contava com isso e calculava seus ganhos – tanto que provocou. E teve de vir dizer que 2010 está “desvinculado” de 2008, o que é auto-explicativo de maneira torta. Feio foi a vaca amarela tendo de admitir que está mesmo, e entortando a si mesma.

A simbologia é clara: se é assim, o çapo acaba de lhe dar um punhal para que corte os pulsos. A vaca amarela cortou as próprias veias. Irá aos poucos esvair-se em sangue, enfraquecer, diminuir. O çapo, porém, herda toda essa sua estrutura política – que na verdade pertence a ele mesmo.

Por isso mesmo 2010 está separado de 2008: o çapo trabalho para pegar o golpismo nesta arena, na curva do tempo.

Observemos as figuras que o çapo torrou. Pará, Rio Grande do Sul, e por aí vai – e é este o “estadismo” çapal.

Mas o que deixa de nos preocupar, então, é o fato do demo estar sendo desvinculado da arena, a sua genitora sifilítica e golpista. Afinal, o çapismo trabalha para herdar isso lá na frente.

Observemos também as figuras que cercam o vampiro: TODOS são fascistóides, que utilizam argumentos combinados, pré-fabricados pela parte mais fascistóide dos que controlam a mídia. É a revista de maior tiragem que só carrega bobagens dos colonizadores aliciadores, e os jornalhões imprestáveis.

Na verdade são estes que são os demos, e é por isso que o vampiro pôde cometer seu maior crime político: ressucitar o arena travestido de demo há poucos meses, figurado no bonecão demoníaco com ar “pimpão”.

Publicado em:  on 8 Novembro, 2008 at 5:27 am Deixe um comentário
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Seção Nuncaçeçabe

Prometeu a bonecona que irá perseguir, até o inferno DEMOcrata que o arena proporciona, os camelôs de Piratininga.

Assim como o vampiro gastou dinheiro público para fazer rampas (e não casas) para os mendigos não dormirem no túnel da Paulista, a barbie tirar a sobrevivência de muitas famílias que irão perder o pão. E, claro, como é habitual aos demos, não oferecerá nada a quem desvalidou. Nada é oferecido em troca de tal injustiça, e não há outra forma de esse povo todo se dignar a viver nessa monstruosa cidade.

Já não adianta dizer “ACORDA”.

Serão quatro anos dessa corja nos comendo o cérebro, tal qual zumbis.

Publicado em:  on at 5:13 am Deixe um comentário
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