“Os EUA fazem a coisa certa depois de esgotadas todas as outras alternativas” (Churchill)
Fato é que essa crise fez renascer o zumbi FMI. E dela veio a idéia da Russia de propor um bloco para neutralizar ozeua. Renasce a tentativa de reerguer o keynezianizmo, que busca confiança em política econômica, para que o povo se convença do que segue abaixo.
E o governo çapóide, que remava nas águas calmas do mundo finaçóide e da herança maldita, não faz a mínima idéia de como lidar com esta crise. Ruim para nós e ótimo para os abutres banqueiros e financistas. Porque o governo federal libera compulsórios para ampliar o crédito (para quem?), e os financistas usam este dinheiro, e a rigor é dinheiro público, do povo, para comprar títulos da dívida pública – do povo.
Neste cenário, um negro sobe na cadeira presidencial dozeua. Se forem corretas as assertivas dos adversários durante a campanha de Obama, um ’socialista’ está lá. O Império ganha mais respeito no mundo, depois do desastre bushitesco, armamentício-financístico. “God bless Obama Hussein”.
Que poderia começar no simbolismo. Reconstruir a cidade que expressa como nenhuma outra a cultura verdadeira do Império: New Orleans.
Aliás, Obama chega cheio de simbolismo, a começar por uma arte; são os dois pés vistos de cima, uma mão empunhando arma e cada pé com um tiro, um furo de onde esvai sangue. Acima dos pés, “2000″ e “2004″, significando a “era bushit”; e 2008 acompanhado por uma interrogação. Que tem razão de ser, pois o marketing político de Obama foi fantástico, e até por isso se configura uma incógnita. O mais notável em Obama foi a quantidade de eleitores jovens, uma parcela pequena de protestantes e a grande maioria feminina.
Enquanto isso o çapo se compara a ele. Com razão: Obama já prometeu mais trezentos bilhões para aplacar a fúria finançóide…
Gostei da casa nova! E a mala nova já tá recheada de bons textos, adorei!
bjs